Não poderia prever nós dois. Era improvável, mesmo sendo inevitável. Mas não poderia mesmo prever, coberta por certezas tecidas às custas de muito sofrimento e decepção, que um dia poderia haver nós dois. Porque eu não sabia que ainda poderia ser…

Agora, sei, com uma certeza nova, que tinha de ser assim, contra todas as previsões desastrosas que antecipei para a princesa destronada do conto de fadas antes dos finais felizes. Sucessivamente.

 

Depois de tantos fins, não poderia prever a completude de nós dois, a plenitude de estar ao meu lado sendo sua pequena. Você é a soma de tudo que eu já vivi, dos outros com quem eu havia tido de estar, se estivesse lá, como estou aqui. Você é a resposta do tempo. A chegada do que sempre me faltou, o início do meu final feliz.

 Me surpreendo agora com pequenos gestos, demonstrações genuínas de afeto gratuito. Não poderia prever, os abraços e laços. As noites virando dias, virando semanas, meses, anos, uma vida nossa.

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