
Eu tento me agarrar as suas palavras, mas suas atitudes me acertam em cheio, aqui no centro do peito, abalando todas as estruturas, dilacerando esperanças e a imagem do homem que um dia eu amei e, que, agora, só existe em minha lembrança, no meu delírio. Continuar lendo “Convicção”




É hora de cuidar de mim, de me resgatar. De conjugar no singular, de me colocar em primeiro lugar. É hora de crescer, de deixar partir quem não quer ficar. De ficar bem com a minha própria companhia. É hora de me reinventar. De vestir-me de liberdade, de resinificar minha existência, resgatar minha essência.