Pular para o conteúdo

A Moça da Janela

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Sobre ela

Insistente e incansável, procuro pequenas pistas e frestas. Através das janelas d’alma, quero descobrir e revelar o que está além das coisas. Esgotar todas possibilidades e ir até a última gota. Traduzir em palavras os lugares por onde andei, as pessoas que amei, as histórias que ouvi. Quero por inteiro, grandes goles, ainda que nos pequenos detalhes...

Retrovisor

  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • novembro 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016

Últimas paisagens

  • Incorrigível
  • Infinita
  • Inesperado
  • Utopia

Janelas

  • Comemorações (8)
  • Crônicas Cotidianas (19)
  • Palavras (62)
  • Releituras (2)
  • Sala de estar (10)
  • Sincericídios (40)

Por onde ando

  • Contos do Sofá Cinza
  • Quando tudo que eu diga seja poesia
  • Poetriz
  • Duas Fridas
  • Valsas solitárias
  • Barbudo Escritor – Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos
  • Universo Inconsequente
  • zack magiezi
  • Dona Oncinha
  • Palavra Doravante

Agora no Instagram

Não foram encontradas imagens do Instagram.

Tag: moça da janela

De mais ninguém

De mais ninguém

Ficaram as lembranças. Muitas, incômodas de tão doces. Seu rosto, seu corpo, os dias e as noites inteiras feitas para amar. Os grandes momentos, as pequenas surpresas. Está tudo aqui, no emaranhado das lembranças que ficaram depois do fim.
Continuar lendo “De mais ninguém” →

por A Moça da Janelaem Sincericídios8 de abril de 201617 de abril de 2016363 palavras1 comentário

Louca

Louca

Enlouqueceu. Entre o silêncio e o medo. Entre as entrelinhas tortas e os passos trôpegos, enlouqueceu. Entre os vazios do dia e as noites insones. Entre a lágrima e o riso, vestígios e resquícios de uma vida pendente, enlouqueceu.
Continuar lendo “Louca” →

por A Moça da Janelaem Crônicas Cotidianas7 de abril de 201617 de abril de 2016240 palavras1 comentário

Vida

Vida

A gente nasce é pra ser feliz, pra mudar de rota e fazer o próprio destino. A gente nasce é pra correr atrás dos sonhos, pra voar alto, para ganhar o mundo e dar com a cara no chão. A gente vive é pra valer. Continuar lendo “Vida” →

por A Moça da Janelaem Palavras6 de abril de 201617 de abril de 2016348 palavrasDeixe um comentário

Dos seus restos

Dos seus restos

Às vezes eu ainda penso em você. Penso na vida que não vivemos e em tudo o que não nos permitimos. Penso que eu quero mesmo que você seja feliz e nunca deixe de pensar em mim. Você, meu amor não realizado, um sonho tão projetado, uma morte tão prematura. O não vivido e tão marcado. Continuar lendo “Dos seus restos” →

por A Moça da Janelaem Sincericídios5 de abril de 201617 de abril de 2016344 palavras1 comentário

Fênix

Fênix

Havia se prendido tanto tempo à ilusão, que nem percebeu quando a realidade se apresentou. Descobriu haver vida nova, dentro e fora. E, na manhã que raiava, entendeu que, talvez, fosse aquela uma boa hora para se despedir do seu passado, daquilo que lhe pesou o peito e lhe feriu a alma. Sem lágrimas nos olhos, mas sorrindo o amanhã. Continuar lendo “Fênix” →

por A Moça da Janelaem Crônicas Cotidianas4 de abril de 201617 de abril de 2016430 palavrasDeixe um comentário

Erro do tempo

Erro do tempo

Te amei através das suas palavras, além da sua aparência, mesmo contra todos os sinais. Te amei desesperadamente, inconsequentemente, alucinadamente.
Continuar lendo “Erro do tempo” →

por A Moça da Janelaem Sincericídios2 de abril de 201617 de abril de 2016166 palavrasDeixe um comentário

Navegação por posts

Publicações mais novas
Blog no WordPress.com.
Contos do Sofá Cinza

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Quando tudo que eu diga seja poesia

moinho de versos / movido a vento / em noites de boemia // vai vir o dia / quando tudo que eu diga / seja poesia (Paulo Leminski)

Poetriz

Sou um pouco de poeta e de atriz na frente do meu compoetador

Duas Fridas

Duas cariocas. Duas jornalistas. Duas cores. Duas Fridas.

Valsas solitárias

Relatos inconstantes que o tempo deixou para trás

Barbudo Escritor – Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos

Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos

Universo Inconsequente

"Assim como o universo somos inconstantes e infinitos a serem descobertos."

zack magiezi

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Dona Oncinha

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Palavra Doravante

Amor * Prosa * Vida * Poesia

  • Assinar Assinado
    • A Moça da Janela
    • Junte-se a 49 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • A Moça da Janela
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Denunciar este conteúdo
    • Visualizar site no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra