Sine qua non

Sine qua non

Nosso amor morreu antes de existir, sendo, ainda assim, maior, bem maior que o fim. O que sobrou, ficou aqui, ancorado no segredo do meu ser, por trás de todas as camadas. Ali, onde ninguém vê. Bem aqui, onde arde e urge em mim. Continuar lendo “Sine qua non”

Deu saudade

Deu saudade

 

Deu uma saudade doida de dançar você mais eu. De sentir a zabumba zabumbando no peito enquanto um bate o coração do outro.

Deu uma saudade doida de dançar você mais eu. De falar olhando, como quem diz e sabe que é ali o lugar onde a gente queria estar.

Deu uma saudade doida de dançar você mais eu. Olhar seu cheiro rodar no ar e fazer o tempo parar.

Não deu só saudade, deu vontade, vontade de te dizer que o nosso amor que aconteceu cor de amarelo é mais lindo que cordel.