
Tem dias que a gente se encolhe, se retrai, se contrai e se apequena para caber na saudade de um tempo que não passou e já ficou pra trás. A gente se desprende do chão e navega sorrateiro no cair da noite, por entre alegrias grandes e felicidades instantâneas, prazeres imensos e pequenas delicadezas e se perde nas memórias de uma vida que não vive mais. Continuar lendo “22 de julho”






