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A Moça da Janela

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Sobre ela

Insistente e incansável, procuro pequenas pistas e frestas. Através das janelas d’alma, quero descobrir e revelar o que está além das coisas. Esgotar todas possibilidades e ir até a última gota. Traduzir em palavras os lugares por onde andei, as pessoas que amei, as histórias que ouvi. Quero por inteiro, grandes goles, ainda que nos pequenos detalhes...

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Categoria: Palavras

Interdições

Interdições

Foi grande, na sua brevitude. Infinito até o fim. Efêmero, ainda que para sempre. Ar puro, terra molhada e pedaço do céu. Paraíso perdido, esconderijo e porto seguro, até que nem tanto.
Continuar lendo “Interdições” →

por A Moça da Janelaem Palavras26 de março de 201626 de março de 2016203 palavrasDeixe um comentário

Intrínseco em mim

Intrínseco em mim

Às vezes acho que estou refazendo seus passos. Consertando seus erros. Revendo suas razões. Às vezes eu acho que estou cutucando minha ferida, tentando andar ao lado da sua lembrança, capturar sua essência. Continuar lendo “Intrínseco em mim” →

por A Moça da Janelaem Palavras25 de março de 2016235 palavrasDeixe um comentário

Do que não pode ser esquecido

Do que não pode ser esquecido

Sua tempestade nunca se acalmou no meu peito. Sua lembrança seguiu viva na memória e o mar de saudades e impossibilidades continua quebrando em ondas dentro de mim.  Continuar lendo “Do que não pode ser esquecido” →

por A Moça da Janelaem Palavras21 de março de 2016164 palavrasDeixe um comentário

Completudes

Completudes

Ao raiar do dia, somos esperança e recomeço. Você me traz novas notícias de mim e eu te encontro na coragem para seguir. Então, pernas e braços se entrelaçam para caminhar para mais um dia, que há de ser melhor. Continuar lendo “Completudes” →

por A Moça da Janelaem Palavras19 de março de 201619 de março de 2016178 palavrasDeixe um comentário

Pressentir

Pressentir

Na noite em que te conheci, eu sabia. Sabia fisicamente, assim com o coração despertando manso, saindo da inércia de desilusão para a felicidade. Sabia assim, sem sexto sentido, pela pele, pelo contato, pela despretensão. Continuar lendo “Pressentir” →

por A Moça da Janelaem Palavras18 de março de 201618 de março de 2016256 palavrasDeixe um comentário

Verso Triste

Verso Triste

Sinto saudades de mim quando em você. Porque o tempo era avesso, eu não envelhecia e algo de insano permeava as coisas e meus cabelos eram sempre longos.
Continuar lendo “Verso Triste” →

por A Moça da Janelaem Palavras15 de março de 201616 de março de 2016234 palavras4 comentários

Minimalista

Minimalista

Assim, sem querer, meio que de brincadeira. Manso, no silêncio, nos pequenos gestos. Através das frestas,entre armadilhas e artimanhas, por debaixo dos panos e entre quatro paredes, um emaranhado de nós que não podem ser desatados. Continuar lendo “Minimalista” →

por A Moça da Janelaem Palavras14 de março de 2016245 palavras2 comentários

De repente

De repente

O amor acontece. Não é preciso trilha sonora, pôr-do-sol, passarinhos cantando e lençóis de algodão egípcio para fazê-lo acontecer. Todas essas coisas deixam o cenário mais bonito, mas não mudam a história. Continuar lendo “De repente” →

por A Moça da Janelaem Palavras7 de março de 2016279 palavras4 comentários

Segunda Pessoa

Segunda Pessoa

Tu que estas aí, sem movimento, inerte. Onde estavas que não viste o que vi? Não sentiste a dor que senti? Tu choras? Tu sentes? Vês o que vejo? Pergunto-te se choras por mim, se sentes por mim, se vês por mim. Continuar lendo “Segunda Pessoa” →

por A Moça da Janelaem Palavras7 de março de 20167 de março de 2016310 palavras2 comentários

Do meu ofício

Do meu ofício

Amo-te. Amo-te em todas as portas, becos, frestas, saídas, entradas. Amo-te. Amo-te de todos os jeitos, de todas as formas, em todos os pontos. Continuar lendo “Do meu ofício” →

por A Moça da Janelaem Palavras4 de março de 20164 de março de 2016166 palavras1 comentário

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Contos do Sofá Cinza

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Quando tudo que eu diga seja poesia

moinho de versos / movido a vento / em noites de boemia // vai vir o dia / quando tudo que eu diga / seja poesia (Paulo Leminski)

Poetriz

Sou um pouco de poeta e de atriz na frente do meu compoetador

Duas Fridas

Duas cariocas. Duas jornalistas. Duas cores. Duas Fridas.

Valsas solitárias

Relatos inconstantes que o tempo deixou para trás

Barbudo Escritor – Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos

Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos

Universo Inconsequente

"Assim como o universo somos inconstantes e infinitos a serem descobertos."

zack magiezi

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