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A Moça da Janela

Amor * Prosa * Vida * Poesia

Sobre ela

Insistente e incansável, procuro pequenas pistas e frestas. Através das janelas d’alma, quero descobrir e revelar o que está além das coisas. Esgotar todas possibilidades e ir até a última gota. Traduzir em palavras os lugares por onde andei, as pessoas que amei, as histórias que ouvi. Quero por inteiro, grandes goles, ainda que nos pequenos detalhes...

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Tag: moça da janela

O peso do quase

O peso do quase

Por mais que eu queira, sou apenas metade. Meio cheia, mas ainda metade. E a mim só foi dada a metade do caminho. Por mais que eu seja desejo e vontade, você precisa estender os braços, alcançar minhas mãos, vir ao meu encontro. Continuar lendo “O peso do quase” →

por A Moça da Janelaem Palavras28 de maio de 201628 de maio de 2016278 palavrasDeixe um comentário

Quando você transbordar

Quando você transbordar

Eu não entendo. Não entendo seu silêncio diante das minhas palavras, sua indiferença a minha entrega, seu tédio em resposta a minha intensidade. Eu não entendo sua existência alheia a possibilidade de nós dois. Eu não entendo as horas ainda incertas, as dúvidas e perguntas que você não quer responder.
Continuar lendo “Quando você transbordar” →

por A Moça da Janelaem Sincericídios27 de maio de 201627 de maio de 2016389 palavrasDeixe um comentário

Eternizar

Eternizar

Um homem que veio do mar e trouxe novas notícias de mim, redefiniu meu ser.  Me ofereceu seu pedaço de mundo e eu lhe ofereci minhas terras. Conheci a felicidade despretensiosa de dar e receber, sem pedir nada em troca. Continuar lendo “Eternizar” →

por A Moça da Janelaem Crônicas Cotidianas24 de maio de 201624 de maio de 2016185 palavrasDeixe um comentário

A certeza do não saber

A certeza do não saber

 

Não, eu não sei. Eu não te sei, não mais. Não sei quanto de mim ainda tem contigo ou o quanto minha falta te machuca. Não sei das suas noites em claro, dos seus dias no escuro, da sua vida sem graça e sem mim. Não sei se mudou de time ou de convicções.  

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por A Moça da Janelaem Sincericídios23 de maio de 201623 de maio de 2016418 palavrasDeixe um comentário

No seu abraço

No seu abraço

 

De tantos braços, seu abraço é o que melhor me encaixa, é onde eu quero me abrigar. É onde o mundo se resolve, o impossível se dissolve e tudo se completa. Seu abraço contorna meus medos e faz parecer que tudo é intimidade e proteção. Continuar lendo “No seu abraço” →

por A Moça da Janelaem Comemorações22 de maio de 2016211 palavrasDeixe um comentário

Uma riqueza

Uma riqueza

 

Tenho amor. Aos montes. Saindo pelos poros, transpirando meu ser, ancorado em mim. Tenho amor nas cicatrizes e na profundeza dos olhos. Tenho amor nos cachos e caracóis, nos nós, no emaranhado de mim.  Nas pernas desengonçadas, no umbigo gordo, no corpo todo. Tenho amor nos pés doídos, nas lágrimas derramadas e diante da sua porta fechada.

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por A Moça da Janelaem Palavras21 de maio de 2016288 palavrasDeixe um comentário

Quem fala

Quem fala

 

Me ensina a não andar com os pés no chão. Me ensina a falar a língua dos anjos. Me ensina a amar desse seu jeito leviano. Me ensina a ser feliz nas efemérides, a me satisfazer com pouco.

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por A Moça da Janelaem Sincericídios20 de maio de 201621 de maio de 2016183 palavras1 comentário

Quando não é amor

Quando não é amor

E então você me diz que não veio pra ficar. Impõe essa distância intransponível e avisa que vai pra onde eu não posso te alcançar. Diante da minha incredulidade repete, agora com a voz firme, que não veio pra ficar. Que prefere seguir mantendo as portas fechadas e as vidas inalteradas.   Continuar lendo “Quando não é amor” →

por A Moça da Janelaem Sincericídios18 de maio de 2016403 palavrasDeixe um comentário

Abençoados

Abençoados

 

Abençoados sejam os de espírito livre, os que insistem e não se esquivam, os bem-intencionados e os decididos. Os que fazem e acontecem, que colocam a mão na massa e metem o pé na jaca e se lambuzam.
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por A Moça da Janelaem Palavras17 de maio de 201617 de maio de 2016227 palavras1 comentário

Convite

Convite

Quero te convidar para uma vida de felicidade clandestina. Partimos de madrugada, enquanto tudo dorme. Levamos só a roupa do corpo e nosso amor louco. Pode escolher, podemos ir de barco, a pé ou de avião. Podemos usar nossas asas, se assim preferir. Compramos passagens só de ida, pra nunca mais voltarmos.
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por A Moça da Janelaem Palavras16 de maio de 201617 de maio de 2016255 palavras1 comentário

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Amor * Prosa * Vida * Poesia

Quando tudo que eu diga seja poesia

moinho de versos / movido a vento / em noites de boemia // vai vir o dia / quando tudo que eu diga / seja poesia (Paulo Leminski)

Poetriz

Sou um pouco de poeta e de atriz na frente do meu compoetador

Duas Fridas

Duas cariocas. Duas jornalistas. Duas cores. Duas Fridas.

Valsas solitárias

Relatos inconstantes que o tempo deixou para trás

Barbudo Escritor – Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos

Manuscritos de Decepções, Poesias Frias, Crônicas e Contos Nebulosos

Universo Inconsequente

"Assim como o universo somos inconstantes e infinitos a serem descobertos."

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